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7 erros mais comuns ao implementar automação de testes

Dois profissionais de TI conversando em frente a monitores com códigos de programação em um escritório moderno.

Automação de testes facilita o dia a dia, reduz custos e acelera entregas. Para grandes equipes, esse é um tema obrigatório. Quando vários times estão no jogo, integrar tudo à rotina pode dar um pouco mais de trabalho do que parece à primeira vista. Pequenos cuidados evitam dores de cabeça lá na frente e aumentam a confiança em todo o processo.

Trouxemos aqui os 7 erros que mais atrapalham empresas que querem escalar a automação de testes. E claro, soluções práticas para cada um deles.

7 erros mais comuns ao implementar automação de testes

Conheça os erros mais comuns e como preveni-los 

1. Pensar que automatizar já garante qualidade

Muita gente acha que só rodar testes automatizados resolve. Na prática, apenas 15% das empresas conseguem realmente aumentar a qualidade usando automação, segundo o estudo “State of Testing Report 2023”. Isso acontece porque focam só no ‘fazer’, ignorando planejamento, cobertura de cenários críticos e alinhamento com objetivos do negócio.

Automatizar precisa ser uma estratégia. Antes de sair criando scripts, vale alinhar o que de fato importa para empresa, centralizar os esforços e manter visibilidade para todos. Não adianta cada um automatizar uma parte do sistema sem olhar para o todo. O TestBooster.ai resolve isso ao centralizar e conectar todas as iniciativas de QA. 

2. Documentação e comunicação

Outro clássico: criar testes tão misteriosos que só quem fez entende. Então, começam os retrabalhos, dificuldade em manter os testes funcionando e a dependência de pessoas específicas.

Um levantamento da World Quality Report 2023-24 mostra que 61% das empresas citam a perda de conhecimento e dificuldade de comunicação como causas diretas de atrasos em projetos. 

Para times grandes, vale investir em automação que promova colaboração. Usar linguagem natural e fluxos guiados ajuda todo mundo a entender o que foi testado, do QA ao product manager.

3. Automação presa às mãos de poucos especialistas

Quando a automação depende só dos “ninjas”, o gargalo aparece. Equipes param, produtividade cai e a qualidade fica comprometida se quem sabe do assunto não está disponível.

Aqui, ferramentas acessíveis fazem total diferença. Se qualquer um do time pode criar, adaptar ou rodar testes, ninguém fica preso na fila de solicitações.

No TestBooster.ai, basta descrever o que testar e a IA cuida do resto. A democratização acelera o dia a dia e tira travas na colaboração.

Pessoa segurando um tablet com códigos de programação, com monitores exibindo código ao fundo.

4. Ferramentas e times desconectados

Adoção de várias ferramentas diferentes, como Selenium, Cypress e Playwright, costuma dividir esforços e informações. Cada time com seu relatório, cada stack com seu padrão. O resultado é retrabalho, métricas conflitantes, informações duplicadas e baixa eficiência.

Dados do relatório “Accelerate State of DevOps 2022” apontam que organizações com integrações entre times e ferramentas enxergam até 3x mais melhorias em tempo de entrega e detecção de falhas. Centralizar gestão e unificar as automações é o caminho.

O TestBooster.ai conecta toda a infraestrutura de testes: integra legacy, coloca tudo em um só dashboard e facilita gestão independente do framework usado. 

5. Testes frágeis e manutenção interminável

Grandes equipes convivem com mudanças frequentes. Quando cada update quebra dezenas de testes automatizados, a automação vira um peso e não ajuda ninguém. Times começam a evitar mexer nos testes por medo de quebrar mais ainda.

Empresas citam manutenção como principal desafio após implementar automação. Isso é sinal de testes frágeis, muito engessados e com pouca inteligência para adaptações.

Testes adaptativos são indispensáveis na escala. O TestBooster.ai oferece automação por objetivo, permitindo que os testes evoluam junto com o sistema, sem precisar refazer tudo a cada sprint.

6. Ignorar testes de API e integrações

Boa parte das falhas graves passa pelas APIs e integrações de sistemas. Muitos times focam só na interface e acabam deixando de lado essas rotinas, e aí os bugs avançam até o usuário sem ninguém perceber. Equipes maduras colocam testes de API como prioridade, já que mais de 70% dos incidentes críticos são provocados por integrações invisíveis à automação de UI. 

A recomendação é simples: não deixe APIs de fora do pipeline de automação. O TestBooster.ai facilita a criação e execução de testes de API, inclusive em linguagem natural, trazendo mais segurança e clareza para o ciclo todo.

Vários monitores mostrando códigos de programação em um ambiente de escritório, com uma mão digitando no teclado em primeiro plano.

7. Falta de visibilidade

Por último, a ausência de dashboards centralizados e métricas gerais sobre a qualidade deixa gestores e equipes sem noção do real estado das entregas. Decisões passam a ser tomadas por intuição, aumentam os riscos, falhas se repetem e a confiança no processo sofre.

Ferramentas com visão unificada fazem toda diferença, não só para o time técnico, mas para líderes que cobram resultado.

Com dashboards do TestBooster.ai, a visão é completa de ponta a ponta: do desenvolvedor ao executivo, todo mundo entende onde a qualidade está indo bem e onde precisa de ajustes rápidos.

Em suma, evitar esses 7 erros significa menos retrabalho, menos risco e entregas mais sólidas. Em grandes equipes, automação só cumpre seu papel quando é acessível, conectada e evolui junto com o negócio.

Quer avançar? Experimente o TestBooster.ai 

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