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Plataformas de automação de testes: qual a melhor?

Plataforma de automação de testes

A pergunta parece simples. Só que, na prática, “a melhor” plataforma de automação de testes é a que resolve a sua dor principal: criar testes rápido, manter sem quebrar toda hora, escalar execução, integrar com CI/CD, ou finalmente ter visibilidade da qualidade.

Muita empresa já automatiza alguma coisa. O problema é que costuma virar um mosaico, um time roda Selenium, outro Cypress, outro Playwright, cada um com seu relatório. A automação existe, a governança não. E quando alguém precisa de perguntas, as respostas são demoradas.

Esse cenário é caro. O estudo “The Economic Impacts of Inadequate Infrastructure for Software Testing” (NIST, 2002) estimou em US$ 59,5 bilhões por ano o impacto de problemas ligados a testes nos EUA, com potencial de economia de US$ 22,2 bilhões com melhorias. Em outro ponto clássico do assunto, o IBM Systems Sciences Institute popularizou a ideia de que o custo de corrigir defeitos cresce muito conforme o bug avança no ciclo, chegando a ordens de grandeza maiores quando chega à produção. O número exato varia por contexto, só que a direção é sempre a mesma: achar cedo sai muito mais barato.

Então vamos à pergunta principal, que é qual a melhor ferramenta de automação de testes atualmente. Continue lendo esse blog. 

As 5 melhores plataformas de automação de testes no mercado

1) TestBooster.ai 

O TestBooster.ai é uma plataforma SaaS brasileira que automatiza testes com IA e atua como uma central única de qualidade. Em vez de ser apenas mais uma automação, ele resolve um problema mais amplo: organizar e conectar tudo que a empresa faz em QA, inclusive automações legadas.

O fluxo é simples e bem direto: você cria um projeto, descreve o que quer testar em linguagem natural (em inglês), roda ou agenda, acompanha a execução e recebe relatórios detalhados. Esses resultados alimentam dashboards unificados que mostram a qualidade por produto, time e jornada.

Foto da plataforma TestBooster.ai

2) Playwright 

O Playwright é um framework open-source bem forte para testes E2E. Ele é multi-browser e tem boas ferramentas de debug. Para times que gostam de “tudo em código” e querem controle fino, ele costuma entregar muito.

O ponto de atenção não é a execução, mas o que vem depois, ou seja, governança e leitura de qualidade. Quando a empresa cresce, surgem perguntas que não cabem bem em um framework puro, tipo “qual jornada de negócio está mais instável no mês?” ou “qual time está gerando mais regressão?”. Para responder isso, você normalmente precisa montar integrações, padronizar relatórios e criar uma camada de gestão.

Comparativo entre as duas ferramentas aqui 

Logo do Playwright com duas máscaras (uma verde e uma vermelha) e o texto ‘Playwright’

3) Cypress 

O Cypress é querido por muita gente porque a experiência é amigável e o ecossistema é grande. Em times com forte presença de dev front-end, ele pega rápido e vira parte natural do fluxo.

Ele funciona muito bem em vários cenários de UI. Só que, conforme a suite cresce, aparece o desafio clássico: teste de UI pode virar frágil se não houver padrão e disciplina. E a mesma questão de sempre volta: visão unificada geralmente fica fora da ferramenta.

Comparativo entre as duas ferramentas aqui 

Painel Explorer do VS Code mostrando a estrutura de pastas de um projeto Cypress (downloads, e2e, fixtures, support, node_modules) e os arquivos cypress.config.js, package-lock.json e package.json.

4) Selenium 

O Selenium é o “clássico” da automação de UI. Muita empresa tem anos de investimento ali. Nesse cenário, a pergunta raramente é “vamos trocar?”. A pergunta real é “como eu faço esse legado trabalhar a meu favor duplicar esforços?”

A execução em si é possível e madura. A manutenção tende a ser mais pesada, principalmente em interfaces mais dinâmicas. E a visibilidade por produto/time costuma depender da forma como você estruturou pipelines e relatórios.

Comparativo entre as duas ferramentas aqui

Interface do Selenium IDE exibindo um caso de teste com comandos (mouseDown, mouseUp, assertAlert), alvos e log de execução.

5) Katalon Studio

O Katalon entra bem quando você quer uma ferramenta mais “pronta”, com caminhos guiados e menos dependência de código desde o início. Ele ajuda times a saírem do zero com mais rapidez.

O cuidado aqui é não criar um novo silo. Se a empresa já tem mais de uma ferramenta rodando, ainda pode faltar uma visibilidade global.

Tela do Katalon Studio com o Web Recorder aberto, listando ações gravadas de um teste (abrir navegador, navegar, clicar, preencher campos) em uma página de agendamento.

Qual é a melhor? Três cenários, uma escolha mais clara

Cenário 1: “Meu time é técnico, gosto de tudo em código, quero controle total.”

Playwright e Cypress costumam ser escolhas fortes. 

Cenário 2: “Preciso automatizar rápido e reduzir dependência de especialistas.”

Aqui o TestBooster.ai tende a ganhar tração por causa de linguagem natural, fluxo guiado e testes por objetivo. Dá para colocar testes rodando com menos fricção e distribuir a criação para mais gente do time.

Cenário 3: “Meu problema não é rodar teste, é visibilidade e governança.”

Esse é o cenário em que ferramentas isoladas costumam falhar na prática. Você precisa de um lugar que conecte iniciativas e traduza execução em decisão. O TestBooster.ai foi desenhado exatamente com essa lógica de centralização.

E tem um motivo de gestão por trás disso. Quando falamos de performance de entrega, teste confiável vira requisito, não luxo. O State of DevOps, (2019) descreve organizações de alta performance com métricas como lead time bem baixo e menor taxa de falhas em mudanças. Chegar nesse nível com testes quebrando e relatórios fragmentados vira trabalho dobrado.

Como escolher?

Se você quiser decidir do jeito mais seguro, faça um piloto curto e objetivo:

  • Escolha um fluxo crítica (checkout, login, reset de senha).
  • Rode por 2 a 4 semanas e avalie quatro coisas: tempo para criar, tempo para manter, clareza do relatório e facilidade de colocar no CI/CD.
  • Veja se você consegue responder rápido: “quebrou onde?”, “quebrou desde quando?”, “isso impacta qual produto e qual time?”

Se a sua realidade hoje é “cada time com um relatório”, a tendência é que o ganho maior venha de centralizar. E esse é justamente o ponto onde o TestBooster.ai tenta ser mais do que uma ferramenta de automação, ele entra como infraestrutura de qualidade.

Quer implementar essa tecnologia no seu time? Fale com nosso time de especialistas clicando no link.

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